Santo do Dia
Conheça a incrível vida do Santo do Dia de hoje e ao final coloque suas intenções para serem lembradas nas Santas Missas e Adorações ao Santíssimo Sacramento.
Beato Francisco de Fabriano – presbítero | 22 de Abril

No ano de 1251 nasceu em Fabriano um menino, filho de um médico chamado Compagno Venimbeni, e de sua mulher Margarida, o qual recebeu o nome de Francisco. A criança, que veio ao mundo rindo e não chorando, tornou-se um menino piedoso e dedicado aos estudos. Entrou para a Ordem dos Frades Menores quando tinha apenas 16 anos, e se distinguiu tanto pela santidade como pelo saber.
Terminado o seu noviciado, viajou a Assis, a fim de ganhar a indulgência da Porciúncula. Ali se encontrou com Frei Leão, secretário e confessor do Santo Fundador, e, como resultado de seus colóquios, escreveu um tratado em defesa da indulgência. Conta-se que Francisco, que amava grandemente os livros, foi o primeiro franciscano a formar uma biblioteca.
Apesar da sua sólida bagagem cultural, foi sempre humilde, simples e serviçal. Nunca a cultura o afastou do próximo. Pelo contrário, parece que o ajudava a servir os outros com mais dedicação. Os talentos que o Senhor lhe entregou, fê-los render ao serviço dos mais humildes e incultos. Para si preferia a penitência e o trabalho, que o foram esgotando até a morte.

Pregador eloquente e persuasivo, conseguiu levar três de seus sobrinhos a abandonarem as possibilidades de sucesso mundano e a se tornarem minoritas como ele próprio. Tinha grande devoção às almas do purgatório pelas quais oferecia a missa com o máximo de fervor. Sua própria morte teve lugar depois de uma prolongada febre, quando contava 71 anos de idade, em 1539, e seu antigo culto foi aprovado em 1775.
Beato Francisco de Fabriano, rogai por nós!
Por que ler a vida do Santo do dia?
Você sabe porque é muito importante conhecer e meditar no exemplo de vida do Santo do dia?
É fácil perceber que os homens se influenciam mutuamente no relacionamento social. A criança imita os pais, os gestos de dois amigos tendem a se assemelhar, pois a imitação é conatural aos homens desde a infância, distinguindo-os como a criatura mais imitativa de todas.
Esse mimetismo inato vincado em nossa humanidade se verifica também no âmbito sobrenatural. Conforme frisou Bento XVI, “os Santos constituem o comentário mais importante ao Evangelho, uma atualização sua na vida cotidiana e, por conseguinte, representam para nós um verdadeiro caminho de acesso a Jesus”.(1) Podemos, sem dúvida, considerá-los como imagem de Deus transposta para o dia a dia.
O conceito de imitação de Cristo – diretamente ou através do Santo do Dia – está presente nos Livros Sagrados, sobretudo nas cartas de São Paulo, como a destinada aos filipenses: “Sede meus imitadores, irmãos, e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós” (3, 17).
São Francisco de Assis estava bem cônscio de seu papel simbólico quando dizia: “Devo ser modelo e exemplo para todos os frades”. (2)
Para o homem contemporâneo essas analogias entre Cristo e os Santos poderiam parecer despropositadas ou mesmo maldosamente tachadas de “culto à personalidade”.
Por isso, é fundamental ler a história do Santo do Dia para que conhecendo o exemplo deles e admirando-os, você aprenderá como adequar nossas vidas à santidade que Deus quer de nós.
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