As 3 naus de Colombo e o Advento…

As 3 naus de Colombo e o Advento…

Santa Maria, Pinta e Nina!

As três famosas naus de Colombo! Quem não ouviu falar delas nas aulas de história? Narram os historiadores que a tripulação, após dias sem avistar terra já estava impaciente – chegavam a pensar em um motim – pois parecia que sua aventura estava fracassando e seriam sepultados em alto mar.

O grande navegador tinha seus cálculos, tinha relatos, suas teorias, cartas náuticas, sua fé! O que faltava?

Deus quis que esperasse mais alguns dias, até 12 de outubro de 1492 (saíram da Europa em agosto daquele ano) para ouvir um marinheiro avistar “TERRA”. Oficialmente descobria-se o continente Americano, a espera da viagem havia sido longa e penosa, mas o pisar em solo firme era uma recompensa alegre e tranquilizante.

Poderíamos dizer que o período do Advento é uma grande viagem, como a de Colombo, noite escura da humanidade que esperava a vinda do Messias. Foram quatro mil anos de espera, onde os marinheiros (os profetas, os juízes, o povo de Deus) viam apenas água.

 

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Historicamente, este período litúrgico nasceu como uma preparação para o Natal, e como toda preparação de solenidade, reveste-se de um caráter penitencial, daí a cor roxa nos paramentos. O Advento surgiu oficialmente no século V (há registros na Espanha, de um concílio provincial em Zaragoza que instituiu um pequeno Advento de oito dias no ano 380) e desde aquela época já se lia na missa do primeiro domingo o Evangelho a “parusia”, a volta gloriosa e a manifestação de Cristo. O ano litúrgico, portanto, começa e termina com Cristo, Alfa e Omega, princípio e fim dos tempos e vida dos católicos.

“Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra, as nações ficarão angustiadas, com pavor do barulho do mar e das ondas. Os homens vão desmaiar de medo, só em pensar no que vai acontecer ao mundo, porque as forças do céu serão abaladas. Então eles verão o Filho do Homem, vindo numa nuvem com grande poder e glória. Quando estas coisas começarem a acontecer, levantai-vos e erguei a cabeça, porque a vossa libertação está próxima.” Lc 21, 25-28

Ao explicar o Evangelho desta Liturgia, quase todos os doutores, exegetas e espiritualistas são unânimes em tratarem sobre a necessidade de sermos vigilantes a todo instante, quer na perspectiva da morte e do juízo particular, quer na do fim do mundo e do Juízo Final.

Quanta gente há, entretanto, que se ilude considerando ser eterna esta vida! Quantos há, de mentalidade relativista, que pensam: “Agora eu vou pecar, depois me confesso”…

 

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A verdadeira vigilância, pois, é indispensável para a salvação e antecede até a própria oração, levando-nos a fechar o coração ao pecado e a dele nos afastarmos, de maneira a não nos entregarmos sequer à menor ofensa a Deus.

Portanto, da mesma forma que preparamos nossas almas para o nascimento do Menino Jesus na noite de Natal, devemos nos colocar também diante de outro panorama grandioso: aquele em que Deus intervirá a fim de, como nos ensina o grande santo mariano São Luis Maria Grignion de Montfort, conceder a Nossa Senhora, nesta Terra, a glória que o Pai, o Filho e o Espírito Santo Lhe dão no Céu.

Leitor, na expectativa dessa vitória da Santa Igreja nós devemos permanecer vigilantes!

É como nos diz o Evangelho: “Portanto, ficai atentos e orai a todo momento, a fim de terdes força para escapar de tudo o que deve acontecer e para ficardes em pé diante do Filho do Homem” (Lc 21, 36).

Vigiar significa nunca ceder a nada que o demônio possa nos propor. Vigiar significa estar atento, com os olhos abertos, analisando bem de onde vêm os perigos. Vigiar significa arrancar energicamente, sem desculpas, qualquer raiz de pecado que haja em nós. Tudo o que implica risco para a salvação eterna e para a nossa santificação deve ser cortado, fazendo todo o esforço para perseverar no caminho da perfeição, com vistas a não atrasar o dia magnífico em que Maria Santíssima dirá: “O meu Imaculado Coração triunfou!”.

 

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Esta é uma boa pergunta que você faz…

Por que ei-de fazer o sacrifício de doar para ajudar alguém ou ajudar uma causa, se eu mesmo tenho tantas necessidades particulares?

E eu quero responder a você com uma história que me contaram e da qual eu tenho tirado muitas lições de vida.
                                              

Certa vez, numa cidade europeia, todo o povo se entristeceu com dois irmãos que ficaram órfãos muito cedo. A filha mais velha tinha 13 anos e o caçula tinha 8 anos.

QUERO AJUDAR

 

Com a morte dos pais e não havendo outros familiares que os ajudassem, o peso do sustento da casa ficou todo com a menina de 13 anos… Imaginem o drama que essa menina enfrentou…

Diariamente, os dois irmãos saiam de casa e caminhavam por alguns quilômetros até à cidade vizinha para conseguirem o sustento para o dia seguinte, por meio dos pequenos trabalhos que faziam…

No entanto, para tornar a vida destas crianças ainda mais sacrificada, o menino de 8 anos tinha nascido com uma grave deformação de crescimento que o impossibilitava caminhar.

Por isso, a irmã, todos os dias, carregava seu irmãozinho às costas.

O povo que os via passar ficava triste com a situação mas, pouco mais poderia fazer do que lhes dar umas esmolas e alimentos.

Certo dia, um homem que os viu passar perguntou à menina:

  • “Minha jovem, todos os dias vejo você passando diante de minha casa com seu irmão às costas e meu coração se enche de dó de você. Mas, diga-me uma coisa: esse menino que já está tão grande, não lhe pesa muito às costas?

E a menina lhe respondeu:

  • “Não senhor, ele não me pesa porque É MEU IRMÃO!”

Confesso que quando me contaram pela primeira vez esta história eu me emocionei… a menina não lamentava o cansaço porque era o irmão que ela carregava.

Aqui estava a explicação para manter a alegria no sofrimento: o AMOR!

 

Quem ama carrega com alegria, quem ama sofre em comunhão, quem ama se diviniza, pois está imitando a Deus que é AMOR!

Por isso, quando me perguntam por que doar, por que fazer esse sacrifício de dar algo do que é meu aos outros, eu costumo responder o seguinte:

Quem doa ama algo! E a pessoa quer doar exatamente porque amou, se compadeceu de alguém ou de alguma causa e por isso, quer dar do que é seu para aliviar uma necessidade dos outros.

Nós já percorremos o Brasil de norte a sul e já vimos de perto como há muita gente neste país que sofre muito…!

As campanhas publicitárias passam, as promessas ficam por aí mesmo… e estes nossos irmãos continuam vivendo na sua difícil realidade.  

Agora, eu gostaria que você me respondesse o seguinte:

  • Dá para passar para o outro lado do caminho sem imitar o bom samaritano e ajudar a aliviar as dores de corpo e de espírito de quem tanto sofre?

Não dá!!! E por isso, nós da Associação Nossa Senhora de Fátima desenvolvemos e financiamos centenas de projetos de caridade em todo o país.

Mesmo que às vezes seja difícil para nós entrarmos em mais um projeto, nós fazemos de tudo para não passarmos indiferentes junto a estes “irmãos mais pequeninos”, pois é Cristo que sofre neles!

Pense nisto: E se fosse você que estivesse precisando de ajuda?

E eu garanto a você que a alegria de quem dá é maior do que a de quem recebe.

Lembro-me até hoje da alegria que tivemos ao ajudar a população de Barreirinha – AM, que sofria com terríveis inundações e à qual nós socorremos ajudando 300 famílias desabrigadas.

Noutra ocasião tivemos a honra de ajudar as corajosas irmãs franciscanas de Marechal Thaumaturgo, às quais oferecemos um barco missionário para que pudessem atender as mais de 60 comunidades ribeirinhas do rio Juruá.

A ação delas é tão ampla quanto as necessidades dessas comunidades: elas dão catequese, educam, fazem atendimento de saúde infantil, distribuem alimentos, etc. É uma profunda e completa ação de evangelização!

São centenas de projetos que nos fazem recordar que quem ama o próximo, sofre com as suas dores, carrega com ele a cruz, está disposto a lhe dar do que é seu, e ao final alegra-se com o seu sorriso!

 

AJUDE-NOS A CRIAR SORRISOS!

Seja um doador recorrente desta obra e saiba que a cada mês, o seu sacrifício fará de você um samaritano junto aos mais necessitados!

A pior pobreza do século!

O nosso século sofre de uma pobreza muito pior do que a falta de dinheiro, ou de alimento…

O nosso século sofre da falta de Deus! Sofre da falta de princípios morais e humanos!

Tantos de nós ficamos espantados com as notícias que vemos todos os dias: assaltos, assassinatos, corrupção, estupros, falta de respeito, etc, etc, etc.

Agora diga-me: será que nós podemos fazer alguma coisa para melhorar esta situação?

E eu afirmo com convicção que SIM, cada um de nós pode ajudar nesta mudança!

Todos estes problemas da sociedade que referimos são fruto da falta de Deus e do fechar os ouvidos aos ensinamentos de Jesus Cristo!

Você talvez se espante com aquilo que vou dizer, mas se essas pessoas que cometem esses crimes, se tivessem sentido o amor de Deus no fundo de suas almas, e tivessem vivido a alegria de uma vida virtuosa e compreendido como o crime ofende a Deus, à sociedade e à própria alma, tenho certeza moral que muitas dessas pessoas nunca teriam cometido os crimes que cometeram.

Daí a importância das dezenas de projetos de evangelização que nossa associação desenvolve anualmente.

Todos os anos nós distribuímos gratuitamente centenas de milhares de livros, opúsculos e materiais de piedade que têm sempre esta dupla intenção de evangelizar pela informação e pela espiritualidade.

Estes projetos têm um elevado custo e nós sozinhos jamais os conseguiríamos realizar, mas graças a Deus somos apoiados por muitas pessoas que se unem a nós nesta luta por um Brasil mais virtuoso!

Ajude-nos também nesta missão de evangelização, pois a nossa ação de hoje repercutirá no Brasil Católico de amanhã.