“O amigo ama em todo o tempo: na desgraça, ele se torna um irmão.” (Pv 17,17)

Você tem amigos? Confia neles realmente?

Um amigo verdadeiro não é somente aquele que não nos ofende, mas é, sobretudo, aquele que paga nossa amizade com uma amizade afetuosa e sincera e que deseja o nosso bem e salvação.

Assim, podemos dizer que os anjos são nossos melhores amigos, pois  a única coisa que querem de nós, é que sejamos santos e nos salvemos. A melhor maneira de pagarmos o amor e amizade deles é vivermos nossa fé! Santo Agostinho ensina que os Anjos nos amam por três motivos: Por Deus, porque Ele nos ama a ponto de chegar a extremos de misericórdia. Por nós mesmos, porque somos semelhantes a Deus, que nos amou primeiro (1Jo, 4,19), e por eles mesmos, Anjos, porque nos querem sentados nos tronos reservados para nós no céu. Temos então uma dívida de amor para com os Anjos e a melhor forma de pagar esta dívida é provar este amor com nossas obras.

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Frequentemente ouvimos a voz de nosso Santo Anjo falando ao nosso coração. O que devemos fazer? Ouvir a sua voz! Santo Ambrósio ensina que estas vozes interiores são convites e ordens de Deus, que rebemos por intermédio dos Anjos. Não há nada que mais nos causa tristeza do que vê nossa dedicação mal correspondida. Pois bem, São Tomás de Aquino diz que a alegria dos Anjos pode aumentar por motivo da salvação daqueles que eles devem guardar. Mas é verdade o contrário pois todos os dias – São Pedro Canísio é que diz – através do pecado, podemos ofender ao nosso Anjo da Guarda, e essa ofensa aumenta quando não nos arrependemos por nossos pecados. Ele, contudo, ainda que sofra constantemente por causa de nossas injúrias, nos suporta e se compadece de nós.

Você que está lendo este email, pense bem, a sua vida pode ser causa da felicidade dos Anjos. É certo, se formos bons, os Anjos estarão felizes por nossa causa. Na vida de São Paulo, discípulo de Santo Antão, lemos este fato. Certo dia ele viu entrar na igreja um homem muito importante acompanhado de vários amigos e criados. São Paulo viu também os anjos de cada um, todos de aspecto alegre e festivo, com exceção de um, que estava com fisionomia triste enquanto seguia seu jovem protegido e juntamente com eles caminhava um demônio muito alegre pendurado no braço do jovem. O santo começou a chorar e pedir pela misericórdia de Deus. Quando a comitiva saiu da igreja, São Paulo viu o Anjo alegre e festivo, enquanto que o Demônio seguia triste e atormentado. O religioso perguntou ao jovem se algo lhe tinha acontecido enquanto estivera na igreja. Ele então contou que ao entrar no templo ouviu o coro cantar: “Cessai de fazer o mal, aprendei a fazer o bem. Se vossos pecados forem escarlates, tornar-se-ão brancos como a neve!” (Is 1,17-18) Após ouvir isto ele ajoelhou-se e começou a chorar e pedir perdão e procurou um sacerdote para confessar-se. Aquele foi o motivo de alegria para o Anjo da guarda.

Rezemos como Santo Afonso Maria de Ligório: “Ó Santo Anjo da minha Guarda, quantas vezes com meus pecados não vos obriguei a cobrir a face! Rogo-vos que me escuteis, e me obtenhais o perdão junto a Deus. De minha parte, proponho nunca mais ofender a Deus ou a vós com minhas faltas.”


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