“As minhas ovelhas ouvem a minha voz, Eu as conheço e elas Me seguem.” (Jo 10,27)

Certa vez, Willian Shakespeare apresentava-se num teatro em Londres. O famoso poeta e dramaturgo declamava alguns poemas e a cada texto arrancava palmas entusiasmadas da plateia. Após a apresentação, Shakespeare voltou-se para o público e lançou um desafio: Alguém da plateia escolheria um texto, qualquer texto, e ele declamaria imediatamente da mesma forma que havia declamado seus poemas. Todos começaram a comentar, cochichar, mas ninguém se atrevia a dizer nada.

De repente, um homem levanta-se, é um sacerdote, e pergunta se Shakespeare conhecia o salmo 23. O poeta conhecia e aceitou o desafio, mas com a condição de que, após ele, o padre também declamasse tal salmo. Desafio aceito.

Shakespeare começou “O Senhor é meu pastor, nada me pode faltar…” ao final, o público aplaudiu calorosamente. O sacerdote levantou-se, subiu os degraus do palco e, na sua simplicidade de religioso começou “O Senhor é meu pastor, nada me pode faltar…”

Quando o padre terminou, toda a plateia ficou de pé e aplaudiu com um entusiasmo e comoção ainda não vistos. Shakespeare então aproximou-se e disse para todos: “O padre aqui presente perguntou se eu conhecia o salmo 22. De fato, conhecia o salmo, mas o sacerdote aqui presente conhecia o Pastor de que fala o salmo!”

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Quantas vezes ouvimos orações, hinos e salmos que se referem a Nosso Senhor como Pastor e Guia, mas não o seguimos? E por que? Porque não o conhecemos de verdade, a ponto de abandonar os caminhos tortuosos que escolhemos para estar no caminho que ele traçou para o rebanho. Quantas vezes ouvimos um sacerdote num sermão, lemos um texto piedoso, mas isso não é suficiente para dizermos que conhecemos profundamente o Pastor?

É um engano acharmos que apenas um sacerdote, um religioso é Pastor, representante do Bom Pastor que é Cristo. Todos nós somos de alguma forma pastores dos outros. Seja em casa, esposos e filhos. Seja no trabalho, empregado e patrão. Seja na comunidade, na paróquia, enfim.

Alguém poderia suspirar: “Quem me dera que no meu trabalho as pessoas trabalhassem em harmonia. Lá só temos lobos, pessoas querendo passar a perna nos outros. Ninguém quer escutar ninguém, todos são egoístas.”

Outro poderia dizer: “Em casa não consigo mais ter paz. Tantas coisas para fazer, tantas contas para pagar… Acabamos discutindo por nada e o ambiente familiar vai se deteriorando.”

Caro leitor. Dentro de nós temos um lobo e uma ovelha. A ovelha é aquela que vive em harmonia com todos, tem paciência, mansidão. O lobo é agitado, se irrita fácil e devora os outros com brigas e discusões inúteis. Desses dois, quem é o mais forte? O lobo ou a ovelha?

A resposta é fácil, o mais forte é aquele que você alimenta com mais frequência. Se você alimenta o lobo, é a briga, a confusão e a discórdia que vamos ver. Se alimenta a ovelha, a tranquilidade passa a existir e então, neste ambiente harmônico você ouvira a vós do Pastor e então o seguirá.

Então, nós ouviremos um sacerdote, um hino, um salmo, ou estaremos lendo um artigo de internet onde Jesus Cristo nos é apresentado como Bom Pastor e aí sim, nós o conheceremos e assim o seguiremos.

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