Livro de Baruc

Aqui você tem o Livro de Baruc para que possa ler e meditar!

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Baruc 1

filho de Maasias, filho de Sedecias, filho de Sedei, filho de Helcias, em…

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Baruc 2

a nós, havia pronunciado, e contra os nossos chefes que goverdivam Israel, os…

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Baruc 3

ada e um coração atormentado que clama a vós: 2 - Escutai, Senhor! Tende…

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Baruc 4

e para todo o sempre. Todos aqueles que a seguem adquirirão a vida, e os que a…

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Baruc 5

ra sempre, os adornos da glória divina. 2 - Cobre-te com o manto da justiça que…

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Baruc 6

que deviam ser deportados para Babilônia, pelo rei dos babilônios, para…

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O que dizer do Livro de Baruc?

O Livro de Baruque é um livro deuterôcanonico em algumas tradições do cristianismo. No judaísmo e na maioria das igrejas protestantes é considerado um livro apócrifo. A obra possui seis capítulos, sendo que a autoria dos cinco primeiros é tradicionalmente atribuída ao profeta Baruque, enquanto que a autoria do sexto é atribuída a Jeremias.

A obra tem por objetivo mostrar como era a vida religiosa daquele povo, seus cultos e tem o mérito de conservar o sentimento religioso dos israelitas dispersos pelo mundo todo após a ruína de Jerusalém e a perda de quase todas as suas instituições. Mostra como eles conservaram viva a consciência de ser um povo adorador do verdadeiro Deus. Ao mesmo tempo, mostra a consciência que tinham do desastre nacional: não atribuem tudo isso à infidelidade de Javé; ao contrário, reconhecem que os males se originaram por culpa deles próprios: estão assim porque desprezaram a palavra dos profetas, rejeitaram a justiça e a verdadeira sabedoria. Mas, ao lado dessa consciência de seus pecados, conservam uma viva esperança, pois acreditam que Deus não abandona o seu povo e continua fiel às promessas. Se houver arrependimento e conversão, poderão confiar no perdão divino: serão reunidos de novo em Jerusalém, que é para sempre a cidade de Deus.

A carta do capítulo sexto é uma carta que nos leva aos templos pagãos, cujos ídolos estão empoeirados e carcomidos de cupim. Esses ídolos, apresentados de forma atraente e grandiosa, não têm vida, nem são capazes de produzir vida: “Não podem salvar ninguém da morte e nem podem livrar o fraco da mão do poderoso. Não são capazes de devolver a vista ao cego nem de livrar um homem do perigo; não têm compaixão pela viúva nem prestam qualquer ajuda ao órfão. Esses deuses de madeira prateada ou dourada parecem pedras tiradas do morro: quem se ocupa deles só vai passar vergonha. Como, então, pensar ou dizer que são deuses?” (Br 6:35-39).

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